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Título: Quando você for sua

Autor: Allê Barbosa

Sinopse: Este livro é para lhe inspirar a se perceber melhor, a se querer mais, a ter um momento seu com você mesma. São contos, crônicas e poemas. Textos bem-humorados sobre amor, sexo, viagem, amizade e autoestima. Você é mais bonita do que pensa, mas isso não tem a ver com o seu cabelo ou o seu corpo. O seu corpo é apenas uma fração da sua beleza e a sua energia é o que vale. Portanto, isto é o que lhe manterá sempre viva.

Fonte: Amazon

Título: Apagou o contato

Autor: Allê Barbosa

Sinopse: Allê Barbosa é um fenômeno nas redes sociais, e este fato se iniciou nas postagens diárias e despretensiosas em seus perfis no Instagram e Facebook. Com mais de um milhão de seguidores em suas redes sociais, uma de suas frases, “Quando você for sua, talvez nem queira ser de mais ninguém”, que é uma síntese do seu olhar sensível ao universo feminino, foi tatuada por mais de 100 mulheres. Fonte: Amazon.

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Título: É que eu dei perdido na razão

Autor: Bell Puã

Sinopse: Todo poema de amor carrega suas forças, sempre nos atravessa de alguma forma, nos abraça. Escrever ou ler amor e afetos é derrubar inúmeros silêncios, é se perder e se encontrar em nada que precisa ser justificado. Porque nem sempre a razão será o caminho. Nesses escritos, Nell nos convida a passear por deliciosas facetas amorosas sem pressa, descalços, só para sentirmos vontade de amar, de ter amor, de fazer amor. E todo poema de amor carrega suas forças.

Fonte: LivraLivro

Título: No entanto: dissonâncias

Autor: Bell Puã 

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Sinopse: O livro, que foi organizado por Fred Caju, poeta e editor da Castanha Mecânica, reúne 23 textos de autores pernambucanos com uma temática única: as consequências da política de extrema-direita instaurada no Brasil após as últimas eleições presidenciais. Assim, utilizando a literatura para expressar as tensões do pensamento político atual, cada escritor dá voz à resistência e à reflexão. Além de Bell Puã, outros autores participaram da coletânea.

Fonte: Revista Continente

Título: Lutar é crime

Autor: Bell Puã

Sinopse: As vozes-mulheres que fazem vibrar as estruturas do patriarcado, racismo e demais injustiças que formam as bases da sociedade brasileira, são empunhadas em Lutar é Crime. Ora com a fúria acumulada, ora com a leveza necessária para cultivar uma existência de afeto, apesar das feridas abertas. Com inspiração no grande mestre e conterrâneo Marcelino Freire, o título da obra entende que amar e lutar são verbos complementares, onde a atual realidade do Brasil cada vez mais engaiola o direito de reagir às desigualdades. Se lutar é crime, a expressão de condenada é, afinal, o que liberta.

Fonte: Amazon

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Título: Ninguém solta a mão de ninguém

Autor: Bell Puã

Sinopse: "Ninguém Solta a Mão de Ninguém ― Manifesto Afetivo de Resistência e pelas Liberdades" é um livro da Editora Claraboia que capta o momento de indignação frente às mudanças ocorridas no Brasil desde o início de 2018.

Fonte: Amazon.

Título: Quando me descobri negra

Autor: Bianca Santana

Sinopse: Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena. É com essa afirmação que Bianca Santana inicia uma série de relatos sobre experiências pessoais ou ouvidas de outras mulheres e homens negros. Com uma escrita ágil e visceral, denuncia com lucidez – e sem as armadilhas do discurso do ódio – nosso racismo velado de cada dia, bem brasileiro, de alisamentos no cabelo, opressão policial e profissões subjugadas.

Fonte: Livraria da Vila

Título: Oh margem! Reinventa os rios!

Autor: Cidinha da Silva

Sinopse: O livro Oh, margem! Reinventa os rios! marca o reencontro de Cidinha da Silva com a crônica. A escrita ágil, irônica e multifacetada da autora promove sensações diversas em que a lê, incluindo a reflexão sobre temas como as práticas racistas arraigadas no dia-a-dia das relações humanas no Brasil, assimetrias de gênero e opressão sócio-política.

Fonte: Oficina Raquel.

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Título: Exuzilhar

Autor: Cidinha da Silva

Sinopse: Nas esquinas da Literatura Negra atual, a festa democrática da palavra, a que nos conduz Cidinha, aqui se faz outra vez. E acontece num gesto metalinguístico que faz o Orixá da Linguagem encontrar (-se) na própria linguagem, fazendo dela um grande acontecimento, às vezes trágico, às vezes cotidianamente cru, mas sempre belo. As africanidades, a orixalidade, as tensões e diálogos entre tradição e contemporaneidade são os motores desde Exuzilhar, verbo-neologismo que Cidinha da Silva criou em 2010, depois de intuir que o verbo "encruzilhar" poderia ser ainda mais complexo.

Fonte: Skoob

Título: Um Exu em Nova York

Autor: Cidinha da Silva

Sinopse: No livro de contos Um Exu em Nova York, Cidinha da Silva apresenta uma perspectiva contemporânea e ficcional do cotidiano, sobre temas como política, crise ética, racismo religioso, perda generalizada de direitos (principalmente por parte das mulheres), negros e grupos LGBT. A autora considera que esses são marcadores importantes do século XXI e classifica a obra como um livro-dínamo.

Fonte: Pallas Editora.

Título: O Homem Azul do Deserto

Autor: Cidinha da Silva

Sinopse: “Além de refletir muito sobre cinema, música, literatura, em O Homem azul do deserto a autora transita e nos conta de vários brasis, sempre ligados pela diáspora brasileira, revelando o belo contido nessas histórias, sem nunca deixar de falar também do absurdo que envolve a vida da população negra no país. Desde os casos mais extremos, como os assassinatos de Cláudia da Silva Ferreira e Marielle Franco, até a situação em que um mediador tenta roubar a cena de uma escritora negra em uma mesa literária. No livro de Cidinha o racismo estrutural, assim como o machismo, apresentados da maneira que for, não têm um minuto de sossego.”

Fonte: Livraria da Travessa

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Título: Kuami

Autor: Cidinha da Silva

Sinopse: Janaína, uma jovem sereia – filha de uma sereia e um baiacu – e o elefante africano Kuami se envolvem em uma aventura para libertar a mãe de Kuami, Dara, de perigosos traficantes de animais. Com uma narrativa ágil e personagens representativos, Cidinha da Silva constrói uma trama que tange críticas ao agronegócio, à exploração irracional da Natureza, a formas contemporâneas de escravidão e ao maltrato de animais, ao mesmo tempo que fala de afeto, de cuidado, de resistência, de amor em todas as suas formas. Um amor que se resolve em ação, que liberta e cura. - Fonte: Livraria da Vila.

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Título: A Cientista Guerreira do Facão Furioso

Autor: Fábio Kabral

Sinopse: Aqui é Ketu Três, lar do povo melaninado, filhos dos Orixás; a metrópole governada por sacerdotisas-empresárias e tecnologias fantásticas movidas a fantasmas. Jamila Olabamiji, filha de Ogum, só quer se tornar a maior engenheira de Ketu Três. Nada demais. Porém, é difícil manter o foco quando se tem de lidar com um pai ocupado em três empregos, uma namorada patricinha e encrenqueira, e um valentão da escola que a atormenta sempre.

Fonte: Amazon.

Sinopse: Numa terra hostil e sobrenatural como aquelas das lendas africanas, quatro jovens estão prestes a enfrentar violentos Ritos de Passagem de suas respectivas sociedades. Numumba é um garoto fraco que apanha todos os dias e sonha em se tornar um grande herói. Seu melhor amigo é Nolom, estudioso das antigas tradições que nutre ódio profundo de sua condição de escravo e do meio que vive, imerso em misérias e guerras.

Fonte: Amazon.

Título: Ritos de passagem

Autor: Fábio Kabral

Sinopse: Em o caçador cibernético da rua treze, fábio kabral apresenta elementos da mitologia iorubá em uma aventura futurista de tirar o fôlego. Com uma linguagem contemporânea, o autor cria um universo fantástico rico em detalhes, onde vive um povo melaninado, com visual arrojado e usuário de uma tecnologia avançada. Neste universo, chamado ketu 3, vive joão arolê, um jovem negro, caçador de aluguel de espíritos malignos.

Fonte: Amazon.

Título: O caçador cibernético da rua 13

Autor: Fábio Kabral

A CIENTISTA GUERREIRA DO FACÃO FURIOSO.j
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Sinopse: Focando nas mulheres da região do Cariri, no Ceará, os contos de Jarid desafiam classificações e misturam realismo, fantasia, crítica social e uma capacidade ímpar de identificar e narrar o cotidiano público e privado das mulheres. Uma senhora católica encontra uma sacola com pílulas suspeitas e decide experimentar um barato que a leva até o padre Cícero, uma lavadeira tenta entender os desejos da filha ― Jarid Arraes narra a vida de mulheres com exatidão, potência e uma voz única na literatura brasileira contemporânea.

Fonte: Amazon.

Título: Redemoinho em dia quente

Autor: Jarid Arraes

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